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terça, 05 junho 2018 16:52

BRICS no mundo que se trasforma, as estimativas de pertitos

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Que tarefass imediatas tem o BRICS considerando o facto de a situação internacional tornar-se cada vez mais complexa? Uma resposta a esta questão foi dada pelos participantes da mesa redonda em Moscou dedicada ao papel e à unificação desta aliança no mundo contemporrâneo.

Gostariíamos de lembrar que em 28-31 de maio em Joanesburgo (RAS) terá lugar o memorável décimo Forum Académico do BRICS. O еncontro da comunidade de peritos é tradicioonalmente promovido em véspera da cúpola dos líderes dos países do BRICS que este ano será realizado em 25-27 de julho,  também  em Joanesburgo,  e visa elaborar recomendações coordenadas para desenvolvimento e aperfeiçoamento da associação.

O diretor executivo do Comité Nacional para a Pesquisa do BRICSdiretor do Centro da Estratégia da Rússia na Ásia junto ao Instituto da Economia da ACR,  professor-catedrático do IERE (U) do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, Gueorgui Toloraia, disse que atualmente nos quadrantes do BRICS são realizadas até 100 encontros anuais dedicados a 70 temas.  Inicialmente a interpretação da atividade do BRICS  nosmeios de comunicação em massa teve um caráter sensacional, mas nos últimos tempos materiais deste gênero tornaram-se consideravelmente mais raros. Isso teve suas razões objetivas. Coomeçou funcionando o Banco Novo de Desenvolvimento do BRICS, no entanto não sendo este tão popular como se podia esperar. O Banco Novo é ultrapassado pelo Banco Asiático de Invesstimentos Estruturais criado por iniciativa da China. Além disso o papel do grupo BRICS como um reformador do sistema das relações internacionais e da arquitetura da administração global permanece insuficientemente ativa. Isso se dá em particular sob a influência das contradições entre a Índia e a China: as relações atuais entre estes países têm muito a desejar.

Com que se destaca a presidência da RAS no BRICS? Segundo disse Sr. Toloraia, Pretória etá  dando uma atenção epecial ao formato da cooperação regional ssegundo o vetor “Sul-Sul”. Os problemas mais urgentes na ordem do dia  na RAS continuam sendo os da desigualdade soscial, saúde pública, emancipação de mulheres e da implementação das tecnologias de vanguarda.   

Além disso a África do Sul está propondo a iniciativa de criar um grupo pacificador unido  capaz de contribuir para a solução de conflitos no continente africano. A esta questão foram dedicadas consultas repetivas ao nível de sherpas e souz-sherpas. Na opibnião de Sr. Tloraia seria seria útil concentrar a atenção na análise das práticas mundiais da solução de problemas semelhantes e tentar criar  à base do BRICS uma rede de contatos que tornem possível mandar as partes conflitantes sentar-se à mesa de conversações. A luta contra o terrorismo e a prevenção do tráfico de drogas mantêm sua atualidade como as questões da segurança nacional e internacional discutidas nos marcos de encontros de representantes altos dos países do BRICS.  

O regente da cadeira das relações exteriors e da política externa da Rússia do IERE do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Boris Martynov, sublinhou que os contatos na esfera de ensino e ciência desempenham um papel importante no plano de desenvolvimento das relações dentro do BRICS. No entanto o papel principal pertencerá não ao ensino, mas à elaboração de valores básicos comuns – uma filosofia nova da globalização a qual permitiria superar a atitude “ocidentecentralizada” para com o desenvolvimento do mundo contemporrâneo e propôr sua própria alternativa. 

“O BRICS necessita um sistema comum de valores o qual faria com que seus particiupantes possam sugerir um modelo alternativo da globalização que seja mais justa”. (Boris Martynov)

Simultaneamente as contradições dentro do BRICS têm um caráter totalmente objetivo relacionado a facto de todos os países-membros da aliança pertencerem a diferentes civilizações, usarem idiomas diferentes e terem experiências históricas diferentes. Não obstante a lógica do desenvolvimento mundial poderia resultar em nivelação das contradições exitentes, sendo então os problemas atuais do mundo resovidos dentro do formato do BRICS, mas não nos marcos das Nações G4.    

Conselheiro superior do dirigente do Centro Analítico junto ao Governo da Federação da Rússia, professsor ordinário da Universidade Nacional de Pesquisa da Escola Superior da Economia, Leonid Grigoriev,  disse que cada país do BRICS trabalha a seu modo com vista à implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Estável e das 168 tarefas respetivas que em 2015 foram vocalizadas na Organização das Nações Unidas. Todos os cinco países enfrentam desafios sociais e econômicos complicados. O poder aquisitivo atual na Índia é de 6 mil dólares norte-americanos;  na RAS – 12 mil dólares, no Brasil – 20 mil dólares, na Rússia – 24 mil dólares. Com isso, segundo disse o economsita, a República da África do Sul defronta com um aumento potente do número de imigrantes procedentes dos páises situados ao sul do Congo. Este fator da pressão demográfica resulta em que o país apesar dos esforços empenhados é incapaz de elevar os índices do PIB. A Rússsia e o Brasil estão numa situação consideravelmente melhor, mas estes países apenas começaram a ultrapassar a crise financeira e econômica.  

Segundo Sr. Grigoriev, a questão de combinação das possibilidades do intercâmbio na esfera de ensino e das possibilidades do desenvolvimento inovativo, da formação de pessoal de engenhaeria e industrial permanece como a mais urgente na política de ensino dos países do BRICS. Entre os desafios mais graves da atualidade a serem atendidos pelos países do BRICS  figuram os problemas da desigualdade social (especialmente no plano “cidade-campo”) e o problema de gêneros alimentícios no continente africano causado pelo crescimento impetuoso da população enquanto os problemas básicos continuarem por ser resolvidos. Na opínião da maioria de demógrafos, a população da África que agora atinge 1 bilhão de pessoas, em 2040 aumentará em duas vezes. 

Diretor programático do Clube Internacional de Debates “Valdai”,  economista-chefe do Banco Eurasiático de Desenvolvimento, Yarosláv Lissovólique, notou que as contradições da  economia mundial permanecem na mesma, e a missão dos países do BRICS consiste em neutralização dos fatores negativos do desenvolvimento mundal. O perito considera como um perigo especial a política protecionista que algumas potências mundiais inclusive os EUA, procuram praticar, o aumento das taxas do Sistema Federal de Reserva dos Estados Unidos e, como uma consequência, o aumento volatil de flutuação do câmbio.

Sr. Lissovólique vé como o de uma grande perspectiva o desenvolvimento das relações entre os países do BRICS  dentro do formato “BRICS mais” sugerido pela China. Uma atitude destas prevé um desenvolvimento das relções financeiras e econômicas à base das grandes associações regionais que já existem (o MERCOSUR, a ASEAN, a Zona do Comércio Livre da Ásia Meridional, a União Aduaneira da África Austral). A semelhante atitude já despertou interesse por parte de participantes grandes do processo econômico mundial, tais como a  Turquia, a Argentina, a Indonésia. Um papel considerável poderiam representar a União  Econômica Eurasiática (UEE) e  a iniciativa “Cinturão e a Rota da Seda”. Desta maneira a cooperação internacional tornar-se-ia uma real “integração das integrações” levando em conta os interesses de todos seus participantes. O perito também qualificou como  positivo o crescimento do giro entre a Rússia, a Índia e a China. 

Entretanto a Rússia está preparando-se para a presidência do BRICS  a partir de 2020. Uma das mais importantes propostas de Moscou a qual mais provavelmente terá sido promovida ao nível internacional está ligada à criação de uma plataforma energética unificada dos países-membros da aliança. No entanto, na opinião de Gueorgui Toloraia, esta tarefa exigirá um trabalho longo e minucioso. Como resulta das consultas preliminares sobre  esta questão, os nossos países ainda não estão preparados para uma interação nos marcos de um formato destes.  Por isso o projeto inicial transformou-se na ideia de uma agência energética que posteriormente se tornaria uma associação energética e afinal – uma união de perícia.

Gueorgui Toloraia salientou que antes da criação do BRICS as relações econômicas, finaceiras e culturais internacionais desenvolveram-se como uma parte do processo da globalização encabeçado pelos países do Ocidente, antes de tudo pelos EUA, que velaram pelos seus próprios interessses e atuaram segundo suas regras. Durante o período do tempo que passsou desde o momento da fundação da associação os países-membros conseguiram formular os interesses comuns e abandonaram as atitudes recíprocas praticadas através do “ótico” ocidental.   O BRICS tem plena oportunidade de dar sua contribuição para a criação de condições da cooperação internacional, mais justas e iguais em direitos.

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