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No Centro analítico junto ao Governo do Federação da Rússian realizou-se a “mesa redonda” sob o tema “Assistência consultiva  aos governos: a eficiênca “dos “think-tanks”  e superação da a crise das idéias”. No foco da  discussão estiveram  “fábricas do pensamento” ou “trustes inteletuais”, sendo estas organizações de investigaçaõ científica, tanto do Estado, como  non-governomentais, e  seu papel que  está aumentando nos últimos anos.

Os russos é um dos povos mais dispersos no mundo. A diáspora russa no exterior tem 25-30 milhões de pessoas, sendo que as maiores comunidades, além dos paises da Comunidade dos Estados Independentes, existem nos EUA, na Alemanha e no Israel. 

Published in Os peritos
terça, 16 julho 2013 13:15

Rússia e a APCE: as nossas perspectivas

A2 de Outubro do corrente ano, durante a sessão do Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) foi tomada uma resolução de monitorização em relação à Rússia. Toda a nossa delegação votou “contra” porque muitas das posições nela incluídas são para nós simplesmente inaceitáveis. 

As visitas da delegação oficial do Conselho da Federação da FR chefiada pela Presidente do Conselho, Valentina Matvienco, no México e em Cuba no peródo desde 14 até  17 de Maio foram uma parte untegrante da dimenção parlamentar de uma volumusa atividade política de muitos vetores a qual tem sido eficazmente praticada pela Rússia contemporrânea nas condições de um sistema multipolar de relações internacionais que está sento formado à base dos princípios de igualdade em direitos, respeito mútuo e uma cooperação mutuamente vantajosa.

Published in Os peritos
domingo, 14 julho 2013 22:43

Europa precisa da Rússia

Armen Oganesian, editor-chefe da revista “Vida Internacional”: Sr. Prodi, há algum tempo o Sr. referiu que a Europa se torna mais forte em tempos de crise, mas só se houver um alargamento da solidariedade européia e um reforço de infra-estruturas. Na sua opinião, em que situação se encontra a Europa hoje? 

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Nos últimos anos, as relações entre a Rússia e os EUA têm-se desenvolvido sob o signo da “reinicialização”, anunciada no começo de 2009 por iniciativa do Presidente D.Medvedev, da Rússia, e Presidente B.Obama, dos EUA. 

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“Vida Internacional”: Sr. Riabkov, qual é a retrospectiva histórica das relações entre a Rússia e os países da América Latina e como, na sua opinião, elas se desenvolvem hoje? 

Serguei Riabkov: Quanto à retrospectiva, creio que são poucas as regiões do mundo longe das nossas fronteiras, — se, inclusive, existem, — em que haja tantas pessoas que simpatizam com a Rússia, pessoas que ora fizeram cursos no nosso país ou estão ligados de alguma maneira a ele.

Published in Política

"Vida Internacional”: Senhor Karassin, as relações com os países — membros da CEI são uma prioridade invariável da política externa da Rússia. Seria possível falar hoje da existência de avanços radicais na cooperação que permitam alcançar um nível mais alto de colaboração com os Estados no espaço pós-soviético? 

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Otítulo do artigo representa o lema da reunião dos Embaixadores e Representantes Permanentes da Federação da Rússia junto das organizações internacionais. Tais reuniões são tradicionalmente realizadas de dois em dois anos, tornando-se um componente da atividade político-diplomática do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) da Rússia e outras instituições, situadas no estrangeiro. O seu objetivo consiste em executar uma análise complexa da situação internacional e estabelecer tarefas da diplomacia russa em diversos campos. 

Published in Política
quarta, 10 julho 2013 14:41

Défice de “potentado”

”Actualmente o maior indicador de poder não passa pela capacidade de iniciar uma guerra, mas pela capacidade de as prevenir”. Esta é a voz do séc. XX, flagelado por confl itos e guerras sangrentas, e pertence à escritora norte-americana Ann O’Hare McCormick, que sobreviveu a duas Guerras Mundiais e faleceu em 1954. Porém, rapidamente o poder passou a ser medido não só pela incrível capacidade de aniquilação mútua, mas também pela quantidade de guerras regionais que o país conseguia enfrentar em diferentes pontos do mundo ao mesmo tempo. Máximas desta natureza passavam de doutrina militar em doutrina militar. Este critério manteve-se depois do final da guerra-fria e até aos dias de hoje.