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segunda, 02 dezembro 2013 12:09

Oceano Pacífico. História de 500 anos

Written by  Ekaterina Rodina, redator da revista “Vida Internacional”

Moscou, 20 denovembrode 2013. Na Sala de Mármore na Biblioteca de Literatura Estrangeira unaugurou-se a exposição “Oceano Pacífico – Historia de 500  Anos” organizada com a participação do Instituto Servantes em Moscou. Este é um projeto conjunto de autores da Rússia, da Expanhã e da América Latina (pintura, escultura, instalação) dedicado ao quingentésimo aniversário da descoberta do Oceano Pacífico pelo explorador espanhol Vasco Nuñes de Balboa, ao seu destino, à envergadura êpica de suas expedições  ao Novo Mundo que deram o início a uma nova etapa da êpoca de Grandes Descobertas Geogrâgicas.

Eespanhol Vasco Nuñes de Balboa tomou parte em algumas viagens marítimas ao novo continente. Em 1513, sabendo dos habitantes indígenas da América de existência de um mar desconhecido Balboa, tendo antavessado o Istmo Panamenho à cabeça de uma expedição, tornou-se o primeiro europeu a alcançar o Oceano Pacífico. Com esta descoberta ele foi nomeado para o cargo do Governador do Panamá.

A inaguração da exposição começou com um discurçode saudação proferido por Ekaterina Gueníeva, diretora geral da Biblioteca de Literatura Estrangeira, doutora em ciências filolôgicas, perita da UNESCO.

“Recebemos com muito prazer os participantes do programa de uma escala tão grande. Deixa uma impressão especial o facto de este tema o qual como se parecesse ser puramente científico e  histórico, terem coseguido transformar em um vivo espetáculo educativo! A exposição é um resultado dos esforços conjuntos  empenhados pelos representantes de vários países e de suas entidades diplômaticas. Os livros dedicados às pessoas notáveis daquela êpoca também expostos aqui são completados com as telas coloridas. Tudo isso em conjunto contribue para a criação de uma imagen universal do acontecimento e revela o conteudo principal da exposição”.

Na ceremônia de inauguração estiveram o embaixador do Reino da Espanhã na Rússia, Sr. José Ignácio Carvajal Gárate e a diretora do Instituto Servantes em Moscou, Sra. Jusép Maria de Sagarra. Os hóspedes estrangeiros pronunciaram-se a favor de que ações semelhantes se realizassem em Moscou mais frequentemente consolidando deste maneira as relações amistosas e de parceria existentes entre nossos países.

Fala um participantes da exposição, pintor Dmitri Plotnikov: “«A exposição foi inicialmente organizada no Instituto Servantes, e a Biblioteca de Literatura Estrangeira expressou seu desejo de promover algo semelnate na sua sede também. Muitos pintores fizeram seus quadros especialmente para esta exposição. Clara Golítsina foi a primeira que deu sua contribuição criadora.  Nossa “clássica viva”, ela respondeu antes de todos outros, ela tem pressa de viver, sermpre está trabalhando apesar de sua idade aproximar  de 90 anos, mas ele é uma pessoa absolutamente jovem se julgar pelo seu estado de ânimo! Ela vive com a criatividade colocando sua alma toda em suas obras.  

Penso que seria bom levar a exposição ao Panamá onde Vasco Nuñes de Balboa  ganhou sua “fama de combate”. Temosváriasideiasemrelaçãocomisso.

Vasco Nuñes de Balboa, navegador, explorador, conquistador é uma personalidade única do gênero, e tenho até inveja dele porque este homém tinha experimentado na prática o que provavelmente não experimentou Gagarin ou Armstrong, -  uma sensação de grandeza enorme do mundo depois de atravessar o Istmo do Panamá tendo um oceano atrás e encontrando em frenre outro oceano, ainda maior. Ele evidentemente foi a única pessoa na história que sentiu, “tocou com suas mãos”, conseguiu perceber um tamanho enorme deste elemento acuático. Cosmonautas podem saber mais ou menos o que vão ver, mas lá havia uma incerteza total!... Aspessoasseguiramparalugaralgum... As pessoas a fazer algo parecido de facto mudavam andamento ulterior da história”.

- Quanto tempo o Senhor pintava seu quadro?

«O trabalho progrediu bastante rapidаmente. A coisa principal foi inventar a ideia. Em fevereiro tive uma exposição em Madri. Voltando dali retratei o que vi tomando como a base um monumento em Madri. Pintava de memória, transformei um pouco a posição do braço, - tudo nascia na minha cabeça. Queria representar algo que teria uma significação”, - contou Dmitri Plotnikov.  

Depois da inauguração da exposição teve lugar a “Mesa redonda” sob o tema “Oceano Pacífico e destinos da civilização”. Seus participantes discutiram a figura de Vasco Nuñes de Balboa do ponto de vista da cultura e da história, bem como consequências globais da decoberta do novo oceano. A “Mesa redonda”  foi presidida pelo diretor do Instituto da América Latina da Academia das Ciéncias da Rússia, Vladimir Davidov.

Em conclusão foi demonstrado o filme “Eldorado” do diretor Carlos Zaura do ciclo cinematogrâfico “Crónicas da Descoberta”.

Durante um mês visitantes da exposição terão a possibilidade de conhecer as telas coloridas mais de perto, “mergulgar” na atmosfera da êpoca de então e abrir o Oceano Pacífico para si como o fez outrora Vasco Nuñes de Balboa!..

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