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Armen Oganesian

Armen Oganesian

Editor-chefe da revista “Vida Internacional”

Agora seria difícil dizer quando um estalido fraco  ressonou na Europa dando o início ao “processo belovejsqui” que praticamente nos nossos olhos está dominando a União Européia, lenta- mas naturalmente. Aliás fendas bem vistas tinham surgirdo ainda antes da crise finaceira que com evidência polarizou os interesses da “periferia” e do “centro”; dos membros do clube, novos e antigos.

quinta, 29 agosto 2013 00:00

Мulticulturalismo: guerra ou paz?

Náo foi a Europa onde nasceu a ideia de multiculturismo.É de supor que na Canadá, Austrália e nos EUA este modelo tem sido implementado com sucesso já durante umas dêcadas; Claro que mesmo alí nem tudo está correndo bem, se tomar em conta, por exemplo, um crescente desequilíbrio demogrâfico a favor  da população norte-americana da expressão hispânica. Porém estes países parecem hoje um refúgio tranquilo em comparação com as veementes paixões europeias. 

Earnest Monitz, o novo Ministro da Energética dos EUA não fez uma impressão especial para a Comissão do Senado que deveria aprovar sua nomeação para o cargo. A pergunta de um senador republicano se o novo ministro estaria disposto a explorar a plataforma marítima petrolífera com vista de acabar com a dependência da Rússia ficou sem resposta. Monitz também esquivou-se da pergunta relacionada com a exploração das enormes jazidas de gás na Alasca.

O nosso credo “A revista para os que raciocinam” não é absolutamente um lance propagandístico. Não somos exclusivamente para uma elite ou para um círculo estreito de peritos. É que a gente simples também raciocina. No mundo de hoje praticamente não existem notícias ou eventos locais que não sejam suscetíveis de alguma maneira à influência por parte do contexto global. A globalização tornou o mundo ainda mais interligado. A nossa tarefa consiste em ajudar a analisar, compreender, em despertar o raciocínio. 

quarta, 10 julho 2013 14:41

Défice de “potentado”

”Actualmente o maior indicador de poder não passa pela capacidade de iniciar uma guerra, mas pela capacidade de as prevenir”. Esta é a voz do séc. XX, flagelado por confl itos e guerras sangrentas, e pertence à escritora norte-americana Ann O’Hare McCormick, que sobreviveu a duas Guerras Mundiais e faleceu em 1954. Porém, rapidamente o poder passou a ser medido não só pela incrível capacidade de aniquilação mútua, mas também pela quantidade de guerras regionais que o país conseguia enfrentar em diferentes pontos do mundo ao mesmo tempo. Máximas desta natureza passavam de doutrina militar em doutrina militar. Este critério manteve-se depois do final da guerra-fria e até aos dias de hoje.