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quarta, 15 março 2017 16:39

jornal “Diário de Notícias” (Brasil), jornal “Folha de São Paulo” (Brasil), jornal “Diário de Notícias” (Portugal), jornal “Jornal de Notícias” (Portugal), jornal “Jornal de Angola” (Angola)

jornal “Diário de Notícias” (Brasil), 14.03.2017

 

Trump deu à CIA poder para lançar ataques com drones, dizem fontes

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 13/03/2017 21:21:00

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu à CIA nova autoridade para conduzir ataques contra suspeitos de terrorismo, afirmaram funcionários do governo do país. Agora, a agência poderá também lançar ataques com drones, aeronaves não tripuladas.

No governo de Barack Obama, a CIA usava os drones para coletar informações e então os militares realizavam eventuais ataques. A CIA não tem obrigação de divulgar o número de suspeitos ou civis que mata em ataques aéreos, enquanto o Pentágono precisa tornar públicos seus ataques aéreos.

A CIA já usou essa nova autoridade no fim de fevereiro para matar um graduado líder da Al-Qaeda na Síria, Abu al-Khayr al-Masri, disseram funcionários americanos. Questionados, porta-vozes do Pentágono e da CIA não quiseram comentar o assunto. Fonte: Dow Jones Newswires.

Câmara dos Lordes aprova lei que permite que governo britânico inicie o Brexit

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 13/03/2017 19:40:00

O Reino Unidos se aproximou ainda mais de sua saída da União Europeia após o Parlamento dar à primeira-ministra britânica, Theresa May, o poder de iniciar o Brexit. Um projeto de lei que autoriza o início das negociações quanto à saída britânica da UE foi aprovado, em sua votação final, na Câmara dos Lordes.

A Câmara dos Comuns também aprovou o projeto há algumas semanas, mas houve uma tentativa de mudança na legislação pela Câmara dos Lordes, ao inserir uma promessa de que os cidadãos da UE que vivem no Reino Unido serão autorizados a permanecer em solo britânico.

A Câmara dos Lordes também aumentou a exigência de que o Parlamento obtenha uma votação "significativa" sobre o acordo final do Brexit. Ambas as emendas foram rejeitadas pela Câmara dos Comuns, fazendo com que os lordes recuassem e aprovassem o projeto de lei nesta noite.

Com isso, o caminho fica livre para Theresa May acionar o Artigo 50, que formalmente iniciará o processo de saída. A premiê britânica já havia dito, anteriormente, que desejava iniciar o Brexit até o fim do mês de março. Fonte: Associated Press.

Ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak recebe ordem de soltura da prisão

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 13/03/2017 21:49:00

O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak recebeu uma ordem de soltura nesta segunda-feira, segundo o promotor que assinou o documento, Ibrahim Saleh. A decisão encerra quase seis anos de batalha legal contra o ex-líder e deve reanimar o debate sobre se os objetivos do levante de 2011 da Primavera Árabe foram atingidos. O promotor disse que aceitou o pedido de liberdade do advogado do ex-presidente com base no tempo já cumprido de prisão.

Mubarak, de 88 anos, foi inocentado pelo principal tribunal de apelações do Egito em 2 de março das acusações de que mandou matar manifestantes durante a revolução de 2011. O veredicto, segundo Saleh, abriu caminho para o advogado dele pedir sua liberdade. O promotor disse que o ex-presidente já cumpriu três anos da sentença de desvio de recursos públicos.

Para alguns ativistas, o fato de Mubarak ter sido inocentado pela morte de manifestantes foi a confirmação de que não haveria a justiça demandada no país. Atualmente, o governo é comandado pelo presidente Abdel Fattah Al Sisi, ex-general que restaurou o status quo no país comandado por homens de origem militar na maior parte dos últimos 60 anos. Fonte: Associated Press.

jornal “Jornal do Brasil” (Brasil), 14.03.2017

 

Estados Unidos vão enviar drones armados à Coreia do Norte

 

O Pentágono anunciou nessa segunda-feira (13) que vai enviar drones armados à Coreia do Norte. O envio dos chamados Gray Eagle MQ-1C foi anunciado poucos dias depois do início de exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, após a confirmação do governo norte-coreano da realização de testes bem-sucedidos com mísseis balísticos de longo alcance.

Os drones armados, entretanto, não serão direcionados somente à Coreia do Norte, liderada por Kim Jong-un. O porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Jeff Davis, afirmou que a utilização dos Gray Eagle MQ-1C faz parte de um plano estratégico global. “Não é só para a Coreia do Norte. Todas as divisões do Exército vão utilizar esses drones”, afirmou, em entrevista.

Ainda segundo o Pentágono, a Coreia do Sul vai receber uma equipe para operar os drones no início do ano que vem. 

As manobras militares conjuntas entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos são realizadas anualmente. No ano passado, cerca de 17 mil soldados dos norte-americanos participaram da iniciativa.

Atualmente, de acordo com o Pentágono, o Exército do país tem 28 mil soldados na missão da Coreia do Sul.

Trump afirma que 'Obamacare' está caindo aos pedaços

'Trumpcare' pode ser aprovado para reformar saúde nos EUA

Agência ANSA

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (13) que seu governo está fazendo "grandes progressos com o programa de saúde".

Em sua página no Twitter, o republicano afirmou que o "ObamaCare está desmoronando e só vai piorar. Republicanos unidos para fazer este trabalho", escreveu ele.

Ontem (12), o vice-presidente, Mike Pence, ressaltou que a substituição do Obamacare será concluída em breve. Na última semana, após 27 horas de debate, os deputados e senadores norte-americanos aprovaram o projeto de lei que substitui a reforma da saúde feita pelo ex-presidente Barack Obama para o projeto chamado pela imprensa norte-americana de "Trumpcare".

O programa, apresentado por integrantes do Partido Republicano, foi uma das principais bandeiras da campanha do magnata.

Atualmente, o plano Obamacare obriga a todos os norte-americanos a terem seguro de saúde. Todos aqueles que não têm, pagam uma multa.

Já a proposta do "Trumpcare", acaba com essa obrigatoriedade removendo as sanções fiscais a cidadãos que decidem não pagar por planos de saúde, e retira a obrigação de empresas de os oferecerem a seus empregados, além de eliminar, até 2020, a tarefa governamental de oferecer créditos fiscais para auxiliar nos pagamentos dos seguros de saúde.

Além disso, a ideia do projeto é alterar a distribuição de subsídios a pessoas de média renda, limitar o financiamento do programa de saúde para famílias de baixa renda, e ampliar os limites das poupanças de saúde. Sem contar, que o "Trumpcare" permitirá que seguros cobrem valores mais altos de beneficiários mais velhos.

Na última quinta-feira (9), o projeto foi aprovado pela Comissão de Arrecadação e pela de Energia e Comércio. A expectativa dos republicanos é que a reforma seja aceita pelo Congresso em abril. No entanto, ao menos nove senadores do partido são contras a nova medida, o que pode ser suficiente para barrar, ou ao menos mudar, o projeto.

Avança projeto de exploração de petróleo nas Ilhas Malvinas

 

A empresa britânica Premier Oil - que desenvolve atividades de exploração e produção de hidrocarbonetos offshore nas Ilhas Malvinas -- informou que continua trabalhando com seus quatro parceiros principais e provedores de serviçõs de poço e logística “para otimizar o desempenho das instalações” no campo de petróleo Sea Lion, no Atlântico Sul. As informações são da agência de notícias argentina Télam.

“Os êxitos recentes incluem la otimização do projeto subaquático de um único centro de perfuração,  para reduzir os custos de instalação”, informou o site americano especializado Offshore-mag. Como resultado deste trabalho, a Premier Oil reduziu sua estimativa de investimentos e equipamentos e instalações necessárias para o negócio de U$ 1.8 bilhões para U$ 1.5 bilhões.

A empresa já elaborou pacotes de licitação para os sistemas de perfuração, produção submarina e  diversos elementos logísticos, que planeja realizar “quando seja apropriado para celebrar acordos vinculantes”.

A estratégia geral da Premier Oil segue sendo um desenvolvimento  gradual de seus descobrimentos  na bacia norte das Malvinas, começando con a Fase 1, que pretende produzir 220 milhões de barris, precisou o site dae internet, baseado em Houston, Texas.

Disputa

O arquipélago do Atlântico Sul é motivo de disputa entre o Reino Unido e a Argentina, que reivindica sua soberania sobre as Ilhas Malvinas. O contencioso levou inclusive a um conflito armado entre a Argentina e o Reino Unido no arquipélago, eme 1982.

No início desse mês de março, o governo argentino manifestou ao Brasil preocupação em relação a aviões militares britânicos que voavam para as Ilhas Malvinas e teriam feito escalas no Brasil. No comunicado, os argentinos lembraram do compromisso assinado pelos membros do Mercosul de impedir o pouso de aeronaves de guerra do Reino Unido com destino ao arquipélago. A única exceção seria em caso de emergência ou por motivos humanitários.

O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, disse na quinta-feira passada (9), em visita oficial a Buenos Aires, que o Brasil está investigando o caso.

Estados Unidos tem escolas fechadas e voos cancelados por tempestade de neve

 

Companhias aéreas norte-americanas anunciaram o cancelamento de mais de 7,6 mil voos domésticos e internacionais devido à forte nevasca que atinge hoje (14) o Nordeste do país. Centenas de escolas na Pensilvânia, região metropolitana de Nova York, em Massachusetts e New Hampshire e na capital Washington foram fechadas.

O cancelamento dos voos começou ontem (13) à tarde, quando mais de 1.500 já haviam sido suspensos.  O Snowday, ou “Dia de Neve”, foi decretado em várias cidades e atinge mais de 30 milhões de pessoas.

A tempestade, segundo o serviço meteorológico, terá ventos de até 88 quilômetros por hora, e a expectativa é de que a neve possa atingir até 60 centímetros de espessura.

jornal “Diário de Notícias” (Portugal), 14.03.2017

 

Incidentes entre Holanda e Turquia ajudam tanto Wilders como Erdogan

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Em vésperas das eleições holandesas, o líder do eurocético e islamofóbico PVV vê uma das suas bandeiras dominar o final da campanha. A um mês do referendo na Turquia, o populismo do presidente também pode sair a ganhar.

"A Holanda não vale nem a pele de uma laranja", gritava Emre Kahraman, líder da juventude do AKP, o partido islamita do presidente Recep Erdogan diante de um grupo de militantes reunidos na província de Koaceli. Os jovens esmagaram laranja - símbolo do reino holandês, liderado pela casa de Orange-Nassau desde o século XVI - e beberam o sumo, em protesto por aquele país ter impedido dois ministros turcos de participar em comícios pró-Erdogan. Indiferente aos apelos à calma da União Europeia e da NATO em véspera das legislativas holandesas, também Geert Wilders, o líder do eurocético e islamofóbico PVV, veio deitar achas para a fogueira no Twitter: "Erdogan repete que somos nazis + fascistas. Insulta a polícia holandesa. Não reduzir tensão. Expulsem o embaixador turco na Holanda e a sua equipa!"

Com os holandeses a irem às urnas amanhã para escolher o Parlamento e os turcos a serem chamados a pronunciar-se em referendo, a 16 de abril, sobre o reforço dos poderes presidenciais , os incidentes dos últimos dias não podiam deixar de entrar nas campanhas. Em ambos os países há quem tente ganhar votos com esta tensão, que alimenta os discursos autoritários característicos das campanhas de Wilders e Erdogan. Ontem o ministro dos Assuntos Europeu turco defendeu a revisão do acordo migratório com a UE. Com mais de três milhões de refugiados, sobretudo sírios, no seu território, a Turquia quer "reavaliar a questão das passagens por terra", cobertas pelo acordo de março de 2016, explicou Omer Celik.

O acordo, pelo qual a Turquia aceitou receber de volta os migrantes que entram ilegalmente na Grécia, permitiu reduzir o fluxo de migrantes para a UE por rotas marítimas e terrestres. Agora que as relações entre Ancara e várias capitais europeias está em crise, o próprio acordo pode servir como arma de arremesso nas mãos dos turcos.

Ao mesmo tempo que denuncia os métodos "nazis" e "fascistas" dos europeus que impediram os seus ministros de chegarem a uns comícios que visam ganhar os votos da enorme diáspora turca na Europa, Erdogan enfrenta ele próprio acusações de deriva autoritária. Para os críticos do presidente turco, o referendo de abril só tem uma finalidade: reforçar os seus poderes, tornando a Turquia num regime presidencialista, acabando com a figura do primeiro-ministro.

Dores de cabeça

Depois da tentativa de golpe de julho passado, Erdogan ficou na mira da comunidade internacional, depois de proceder a milhares de detenções. Envolvido na guerra na vizinha Síria com o país a ser alvo nos últimos meses de ataques terroristas tanto por parte do Estado Islâmico como dos separatistas curdos do PKK, não faltam dores de cabeça a Erdogan . E com a vitória no referendo de abril longe de estar garantida - as sondagens dão o empate entre "sim" e "não" -, o islamista moderado não hesita em recorrer à carta nacionalista para apelar às bases. "Não há nada pior do que esta situação. Deixa o populismo de Erdogan exprimir-se", disse à AFP Didier Billon, diretor adjunto do Instituto das Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS).

Um argumento que vale também do outro lado. Wilders - que as sondagens, depois de terem dado à frente, colocam em segundo, atrás do partido do primeiro-ministro Mark Rutte - chamou "ditador" a Erdogan. E os analistas garantem que se o governo "mostrou capacidade de decisão", mas "quando olhamos para o conjunto, o que aconteceu vai claramente ajudar Wilders", explicou à Bloomberg Kees Aarts. Para o professor de Ciência Política na Universidade de Groningen, o líder do PVV "não esteve muito visível na campanha e não se envolveu muito. Mas no final é a principal bandeira dele que está em jogo".

O próprio Rutte, de centro-direita, nas últimas semanas endureceu os tom em relação aos muçulmanos, tendo publicado um artigo nos jornais a alertar os imigrantes: "Hajam normalmente ou vão-se embora". Mas ontem pediu aos holandeses para serem os primeiros a travar o avanço do populismo na Europa.

A subida do discurso islamofóbico não escapou aos jornais turcos, com o Daily Sabah, pró-Erdogan, a escrever há dias: "Quando a sociedade é impelida a odiar os muçulmanos com argumentos xenófobos, vai acabar por odiar todos os "outro", por querer mais restrições, mais muros e mais protecionismo. E no fim isso irá levar ao fim da união que os europeus passaram décadas a construir". Uma perspetiva que não deixaria de agradar a Wilders. E talvez a Erdogan, cujo desejo de adesão à UE tem sido bloqueado.

Esta semana, a Holanda começou por impedir o avião do chefe da diplomacia turco, Mevlut Çavusoglu, de aterrar quando este se preparava para um comício em Roterdão. Era também para lá que seguia, de carro, a ministra da Família turca, Betul Sayan Kaya, quando foi levada pela polícia holandesa até à fronteira com a Alemanha. Uma atitude "fascista" segundo Erdogan, que ontem prometeu levar o caso ao Tribunal dos Direitos do Homem, em Estrasburgo.

Plano de Trump arrisca deixar 24 milhões sem assistência

 

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Estudo da Agência do Congresso para o Orçamento prevê que a saúde vai ficar "ou muito mais cara ou totalmente inalcançável para os pobres"

A aplicação do sistema de saúde que Donald Trump defende pode deixar, nos Estados Unidos da América, 14 milhões sem seguro já em 2018, número que pode chegar aos 24 milhões sem assistência ao fim de uma década. Esta é a conclusão de um estudo feito pela Agência do Congresso para o Orçamento. 

A Casa Branca já reagiu manifestado o seu "forte desacordo" garantindo que o novo plano não implicará assistência médica para menos pessoas. "Se Obamacare é tão bom, porque se gastam os milhões dos contribuintes para dar vida? Errado" tweetou Donald Trump. 

O estudo analisa os custos do projeto-lei apresentado recentemente pelos republicanos e tem como principal objetivo eliminar a reforma feita na saúde pelo antigo presidente, Barack Obama, e que se denominou 'Obamacare'. Segundo o mesmo estudo o sistema de saúde quer aplicar permitia um corte no défice em 337 milhões de dólares mas isso levaria a que as apólices subissem entre 15 a 20% nos até 2019 o que reduziria "o número de pessoas saudáveis" a subscrever os seguros. 

Há uma frase neste estudo que é perfeitamente arrasadora e que pode deixar a pensar os republicanos moderados: "A saúde ou vai ficar muito mais cara ou totalmente inalcançável para os pobres."

Escócia quer novo referendo antes do 'brexit' para não chegar a sair da UE

 

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Líder do executivo de Edimburgo, Nicola Sturgeon, insiste em segundo referendo sobre independência numa tentativa de evitar saída da União Europeia. Theresa May, recusa nova votação

A chefe do governo escocês anunciou ontem a intenção de realizar um segundo referendo sobre a independência, o mais tardar entre finais de 2018 ou início de 2019, antes da conclusão das negociações para a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), na esperança de, assim, evitar todo um novo processo de negociação para voltar, de novo, ao projecto europeu.

Nicola Sturgeon disse-o de forma clara ao referir que "se a Escócia tem de ter uma escolha real, quando estiverem conhecidos os termos do brexit mas antes de ser demasiado tarde para determinarmos o nosso próprio futuro, então essa escolha deve ser possível entre o Outono de 2018 e a Primavera de 2019". Caso o "sim" à independência for maioritário, isso significará que, tornando-se a Escócia independente, fica liberta das consequências da união política que mantém desde o início do século XVIII com o Reino Unido. Assim, a saída do Reino Unido não implicaria automaticamente a saída da Escócia - o que seria o objetivo último da chefe do governo de Edimburgo. Desde a vitória do "sim" ao brexit , no referendo de 23 de junho de 2016, que as autoridades escocesas têm martelado a tecla de ser possível continuarem na UE. No entanto, o facto de colocar como data limite a Primavera de 2019, Sturgeon está, implicitamente, a reconhecer a existência de dificuldades à concretização de novo referendo, que tem de ser acordado entre Londres e Edimburgo, e a admitir a inevitabilidade de um ciclo negocial com Bruxelas para reentrar na UE.

Num primeiro comentário às intenções de Sturgeon, a primeira-ministra britânica, Theresa May, afirmou que novo referendo sobre a independência - o primeiro foi em 2014 e a separação foi recusada por 55% do eleitorado - colocaria a Escócia "na incerteza" e só iria contribuir para a "divisão". Em Londres sublinha-se a ideia de que o anterior referendo foi há pouco mais de dois anos, o resultado foi inequívoco e foi então definido como a decisão de uma geração. May, que tem prevista uma intervenção hoje nos Comuns, sobre o início das negociações para a saída da UE, dificilmente deixará de abordar esta questão.

Votação nos Comuns e nos Lordes

O anúncio de Sturgeon coincidiu com o dia em que, em Londres, foi votada a lei que autoriza Theresa May, a desencadear o processo para a saída da UE, ativando o artigo 50.º do Tratado de Lisboa. O que deve suceder perto do final do mês, sugeria ontem um porta-voz da chefe do governo de Londres.

As votações decorreram na Câmara dos Comuns e na Câmara dos Lordes, tendo a primeira recusado de forma clara as emendas introduzidas na segunda câmara - as que davam ao Parlamento o direito de veto sobre o resultado das negociações para o brexit e que obrigavam o governo a proteger os direitos dos cidadãos europeus residentes no Reino Unido. Na primeira, votaram contra as emendas dos Lordes 331 deputados e a favor 226, enquanto na segunda questão 335 pronunciaram-se contra o texto na versão da câmara alta e 287 a favor. A Câmara dos Comuns tem 650 eleitos.

Antes da votação na Câmara dos Lordes, ao início da noite, a presidente do grupo trabalhista na câmara, Angela Smith, afirmara que perante as expressivas votações nos Comuns, indicando a "intenção das mudanças efetuadas não ficarem incorporadas na lei", se os lordes insistissem nelas e as devolvessem tal e qual para a câmara baixa, o "resultado não iria ser muito diferente"; por isso, os representantes trabalhistas nos Lordes, que foram os principais responsáveis pelas mudanças nas questões do veto parlamentar às negociações e na garantia dos direitos dos cidadãos dos Estados da UE no Reino Unido, não insistiriam nesses pontos. Mas garantiu que os trabalhistas vão "procurar outras formas de responsabilizar" o governo de May naquelas matérias.

De facto, cerca de hora e meia mais tarde, a votação na câmara alta do Parlamento britânico confirmava as previsões da dirigente trabalhista. Os lordes deixavam cair as duas emendas. A lei ficava pronta para ser assinada pela rainha e entrar em vigor.

Terror na linha da frente em Mossul

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Os combates entre as forças de Bagdad e o Estado Islâmico têm destruído a vida de centenas de milhares de civis forçados a deixar a cidade.

O pai carregava a filha nos braços. Ambos gritavam em terror e corriam pelas ruas destruídas de Wadi Hajar, de repente, transformadas num campo de batalha entre os combatentes do Estado Islâmico e as forças especiais iraquianas.

Eles e os vizinhos - alguns com sandálias de borracha e outros descalços - fugiam de um contra-ataque do Estado Islâmico nesta zona de Mossul, tentando não ser apanhados pelo fogo cruzado, mais intenso à medida que os militantes apertavam o cerco.

À chegada às linhas das forças especiais, foi ordenado aos homens que despissem as camisas para provar que não eram bombistas suicidas - tem-se tornado uma tática habitual para os militantes o uso de bombistas - e os soldados disparavam para o ar para tentar que os residentes abrandassem o passo, ao mesmo tempo que lhes davam ordens em árabe.

Um dia antes, as tropas iraquianas tinham utilizado bulldozers para empurrar automóveis de maneira a formar uma barricada para proteger os residentes de eventuais ataques suicidas.

Muitos civis viram-se obrigados a abandonar as casas, à medida que os combates nos últimos bastiões do Estado Islâmico, em Mossul, vão invadindo as zonas residenciais, onde a comida e a água são alvo de racionamento há vários meses.

O pai estava fora de si. Em pânico. Era óbvio que não pertencia ao Estado Islâmico porque estava vestido com uma camisa curta e levava consigo uma criança. Acredito que ambos serão levados para um campo de refugiados.

Jornalista da Reuters

Malásia informa que corpo de Kim Jong-nam foi embalsamado

 

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Responsáveis malaios revelaram ainda que 50 norte-coreanos vão ser expulsos do país por terem vistos de trabalho expirados

O vice-primeiro-ministro da Malásia informou que o corpo de Kim Jong-nam, assassinado no mês passado, foi embalsamado para poder estar preservado, e que 50 norte-coreanos cujos vistos de trabalho expiraram vão ser deportados.

A notícia das deportações surge como uma surpresa, já que tanto a Malásia como a Coreia do Norte tinham proibido os cidadãos do outro país de sair, devido ao conflito diplomático gerado após a morte de Kim Jong-nam em Kuala Lumpur.

Segundo as autoridades da Malásia, o meio-irmão do líder norte-coreano foi morto a 13 de fevereiro depois de duas mulheres terem lançado o químico letal VX no seu rosto no aeroporto de Kuala Lumpur. A Coreia do Norte rejeita estas conclusões.

O vice-primeiro-ministro Ahmad Zahid Hamidi disse hoje que os 50 norte-coreanos que estão no estado de Sarawak serão enviados para Pyongyang em breve.

jornal “Jornal de Notícias” (Portugal), 14.03.2017

 

Turquia suspende relações diplomáticas com a Holanda

A Turquia decidiu esta segunda-feira a suspensão das relações, ao mais alto nível, com a Holanda, anunciou, em Ancara, o vice-primeiro-ministro turco, Numan Kurtulmus.

"Foi decidido que até que as nossas exigências sejam respeitadas, o embaixador da Holanda não será autorizado a regressar", disse Kurtulmus à imprensa, no final de uma reunião do Governo turco.

Em causa está a exigência turca da realização de comícios com a comunidade turca residente na Holanda para promover o voto na reforma constitucional que confere acrescidos poderes executivos ao Presidente Recep Erdogan.

O embaixador holandês em Ancara, Kees Cornelis van Rij, encontra-se atualmente a gozar férias fora da Turquia e a representação dos interesses da Holanda é desempenhada pelo encarregado de negócios.

Polónia quer julgar carpinteiro identificado como comandante nazi

As autoridades polacas anunciaram que querem julgar Michael Karkoc, de 98 anos, a viver no Minnesota, nos EUA, depois de o identificarem como um comandante nazi, responsável por dezenas de mortes, na II Guerra Mundial.

Na Polónia, estão "100 % seguros" de que o idoso de 98 anos é o responsável pela morte de 44 polacos e já informaram os EUA de que vão tentar extraditar o homem, que sofre de alzheimer para ser julgado.

De acordo com a "Associated Press", Michael fugiu para os EUA, pouco depois da rendição alemã, mentiu sobre o seu histórico militar e instalou-se numa casa em Minneapolis. Agora, Robert Janicki, um dos responsáveis pela investigação, disse à "CBS" que reuniu provas suficientes de que Michael é um dos comandantes responsáveis pela unidade da Legião de Autodefesa Ucraniana, que tinha ligações às SS, a policia militar do regime Nazi.

Esta equipa de militares é a responsável pela destruição completa de várias aldeias polacas."Podíamos ouvir disparos de metralhadoras e explosões de granadas", disse Stanislawa Lipska, ao "The Guardian", um sobrevivente de uma das aldeias polacas atacadas, Chaniow. "Os tiros podiam ser ouvidos até fora da aldeia. Eles queriam ter a certeza de que ninguém escapava vivo", concluiu.

Um outro relato que demonstra a brutalidade da equipa militar, que Michael supostamente integrava, é feito por Vasyl Malazhenski, um soldado da própria companhia: "Nós podíamos ver os corpos das pessoas mortas. Homens, mulheres e crianças".

A família do idoso já reagiu ao pedido de extradição vindo da Polónia e negou as acusações que são feitas. "É diabólico, fabricado, intolerável e malicioso", disse Adriy, o filho de Michael, citado pelo "The Washington Post". Adiantou ainda que devido à doença o seu pai não tem capacidade de se defender, garantindo que o homem não estava na Polónia na altura dos ataques.

Apesar da doença e das declarações do filho, as autoridades polacas não estão dispostas a parar. Este caso já tinha sido investigado pela Alemanha. Mesmo tendo a certeza de que Michael trabalhou para as SS, desistiram do caso, depois do hospital que faz o tratamento do homem ter enviado documentos que demonstram que o idoso não tem condições responder em tribunal.

Nacionalistas ucranianos entaiparam banco russo em protesto

Um grupo de nacionalistas ucranianos entaipou uma dependência de um banco russo, em Kiev, exigindo que todos os bancos associados àquele país sejam expulsos da Ucrânia.

Piratas somalis atacaram navio comercial pela primeira vez desde 2012

Um navio-tanque com bandeira do Sri Lanka foi atacado ao largo do Corno de África e desviado para a costa nordeste da Somália, no que parece ser o primeiro ataque da pirataria somali a um navio comercial desde 2012.

Está ainda por confirmar a autoria do assalto conhecido esta teerça-feira, mas vários media internacionais responsabilizam pirata somális pelo sucedido.

"O que podemos afirmar com segurança é que um pequeno navio-tanque foi atacado e desviado da sua rota", declarou à agência France-Presse John Steed, antigo coronel do Exército britânico, responsável para a África Oriental da ONG de luta contra a pirataria Oceans Beyond Piracy (OBP), que está em contacto com as forças navais que acompanham a progressão do navio atacado.

"Precisamos ainda de confirmar se se trata de um ataque de piratas, uma vez que não sabemos, por exemplo, quais são as reivindicações desta gente. Mas isto parece mesmo um cenário tradicional de ataque de piratas", acrescentou Steed.

Com oito tripulantes a bordo, o Aris 13, navio-tanque pertencente a uma empresa dos Emirados Árabes Unidos e com bandeira do Sri Lanka, transportava crude do Djibuti para Mogadíscio, quando enviou na passada segunda-feira uma mensagem com pedido de ajuda.

"O navio enviou uma mensagem indicando que estava a ser seguido por dois esquifes", pequenas embarcações rápidas geralmente utilizadas pelos piratas somalis, indicou o antigo coronel. "Depois disso, o rádio foi silenciado e o proprietário do navio não conseguiu contactar" a tripulação, acrescentou John Steed.

A progressão do navio foi acompanhada por forças navais, nomeadamente com a ajuda de caças da força aérea de luta contra a pirataria na Somália.

O Aris 13 encontra-se atualmente ancorado ao largo das costas da região semi-autónoma de Puntland, na ponta nordeste da Somália, não muito longe da cidade de Alula.

"Não há registo de um ataque a um navio comercial pelos piratas somalis desde 2012", sublinhou Steed.

A pirataria somali, que assumiu uma escala industrial em 2005, atingiu o seu apogeu em 2011. Os ataques perturbaram seriamente a navegação nesta muito congestionada região do mundo. No pico da crise (janeiro de 2011), os piratas somalis tinham detidos 736 reféns e 32 navios.

As medidas tomadas pela comunidade internacional contra a pirataria, com o envio para a região do Corno de África de forças navais internacionais, acabaram por dar os seus frutos e colocar um ponto final à atividade até agora, depois de centenas de piratas detidos.

Presidente brasileiro e mulher saem do palácio por causa de "fantasmas"

O presidente do Brasil, Michel Temer, revelou à imprensa a razão que o levou a abandonar o Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência, poucos dias depois de se ter mudado para lá.

À revista "Veja", Temer explicou que sentiu uma energia estranha que o motivou a sair da casa, às margens do lago Paranoá, em Brasília, e a voltar para o Jaburu, com a mulher e o filho, onde mora desde 2011.

Durante a entrevista sobre o futuro do Governo, o atual presidente brasileiro chegou a contar, entre risos, que até pensou na existência de fantasmas.

"O Palácio da Alvorada tem muitos quartos, uns oito, todos muito grandes. Tudo muito amplo e bonito. Mas senti uma coisa estranha lá. Não conseguia dormir desde a primeira noite. A energia não era boa. A Marcela (primeira-dama) sentiu a mesma coisa. Chegamos a pensar: será que tem fantasmas?", contou Temer.

O presidente mudou-se para a residência oficial da Presidência no dia 18 de janeiro e, segundo o "Jornal do Brasil", regressou a casa no dia 28 do mesmo mês. Apesar da mudança, Temer pretende organizar no Palácio da Alvorada eventos diplomáticos e reuniões com parlamentares.

jornal “Jornal de Angola” (Angola), 14.03.2017

Candidato presidencial denuncia perseguição


14 de Março, 2017

O candidato conservador às eleições presidenciais francesas, François Fillon, disse estar a ser vítima de uma perseguição e atacou os “jornalistas que fuçam lixo”, depois da revelação na imprensa dos casacos que recebeu como presente de um amigo.

“Hoje sou alvo de tal número de ataques que só posso considerar como uma forma de perseguição”, declarou Fillon à emissora de rádio Europe 1, e que também está a ser investigado por suspeitas de ter criado empregos fictícios para a sua esposa e filhos. “O que explica que jornalistas fucem o meu lixo para tomar conta dos meus casacos, amanhã das minhas camisas e, por que não, das minhas cuecas?”, perguntou o ex-primeiro-ministro.

 

Kremlin confirma contactos com apoiantes de Clinton


14 de Março, 2017

O porta-voz da Presidência da Rússia, Dimitri Peskov, afirmou ontem que o embaixador do país em Washington, Sergei Kislyak, reuniu com assessores da candidata democrata Hillary Clinton durante a campanha eleitoral, apesar de o Presidente Vladimir Putin preferir a vitória de Donald Trump.


“Bom, se você olhar para algumas pessoas relacionadas com Hillary Clinton durante a campanha, provavelmente, verá que houve muitas reuniões desse tipo”, disse Peskov em entrevista à “CNN”.
“Há muitos especialistas, pessoas que trabalham para ‘think tanks’, assessorando Hillary ou para auxiliar pessoas que trabalham para Hillary”, disse o porta-voz.
As relações com russos infernizam a vida de membros do Governo de Trump. O general reformado Michael Flynn renunciou ao cargo de assessor de Segurança Nacional após a revelação de que mentiu ao Vice-Presidente do país, Mike Pence, sobre o conteúdo de uma reunião que teve com o embaixador da Rússia em Washington.
Além disso, o procurador-geral, Jeff Sessions, teve que anunciar que não participa de qualquer investigação envolvendo a Rússia, porque também encontrou Kislyak durante a campanha e omitiu essas informações na audiência de confirmação para o cargo no Senado. O porta-voz do Kremlin, Peskov, afirmou que é dever do embaixador russo reunir com assessores dos dois candidatos para conversar sobre as relações entre os dois países e defendeu que essas reuniões não eram uma tentativa de interferir nas eleições de 2016.
“Não houve reuniões sobre as eleições, sobre o processo eleitoral. Olham com intenção de demonizar a Rússia, como se estivéssemos a tentar interferir nas actividades de Hillary. Isso seria absurdo, porque não é certo”, disse Peskov.
O porta-voz da Presidência disse que Putin nunca expressou apoio a Trump, apesar de preferir a vitória do republicano contra Hillary. “Vocês devem-se lembrar que Putin, durante a campanha eleitoral, nunca respondeu directamente ao ser perguntado sobre que candidato apoiava. Afirmava apenas que respeitaria a escolha do povo norte-americano”, disse o porta-voz.
Peskov referiu que Putin considerou Hillary hostil em relação à Rússia, enquanto Trump estava aberto a restabelecer as boas relações entre a Casa Branca e o Kremlin.
“A candidata Hillary foi muito negativa sobre o nosso país em sua atitude e em seu programa eleitoral, declarando que a Rússia é o principal mal do mundo e a principal ameaça para os EUA”, afirmou Peskov.
“Donald Trump, pelo contrário, dizia: 'sim, discordamos dos russos em muitos assuntos, mas temos que falar com eles para tentar um entendimento comum”, alegou Peskov.

 

EUA rejeitam fim de manobras militares


14 de Março, 2017

Os Estados Unidos rejeitam a iniciativa da China para levar a Coreia do Norte a suspender as actividades nucleares e lançamentos de mísseis com o fim dos exercícios militares conjuntos dos EUA e Coreia do Sul.


O compromisso foi proposto pelo ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, num encontro que avaliou o risco de uma possível guerra na península coreana, caso os principais intervenientes adiarem a aplicação de medidas necessárias. 
O ministro chinês está convicto que este é o único caminho para resolução do problema a longo prazo, segundo a imprensa local. 
O porta-voz interino do Departamento de Estado dos EUA, Mark Toner, declarou, num encontro na sexta-feira, que a proposta da China “trata de coisas absolutamente diferentes daquilo que se passa no terreno”. O especialista do Instituto de Pesquisas Estratégicas da Rússia Ajdar Kurtov pensa que tal declaração significa que a situação se pode agravar no futuro.
 “O novo Presidente dos EUA parece ter decidido que agora é preciso experimentar medidas mais duras, demonstrar a força militar do país. Isto inclui tanto exercícios militares como o envio de navios de guerra adicionais para a Península Coreana”, disse o especialista.
Washington considera todas as variantes de acções de resposta à ameaça do programa nuclear da Coreia do Norte, comunicou a representante permanente dos EUA na ONU, Nikki Haley. Se o conflito se agravar, os EUA podem realizar ataques pontuais contra os locais onde estão estacionados os sistemas de mísseis da Coreia do Norte e têm lugar as actividades nucleares. Outro especialista, Konstantin Asmolov do Instituto do Extremo Oriente, também considera que a situação vai apenas se agravar. “A questão principal é a instalação do THAAD. Isto agrava a situação mais do que os lançamentos de mísseis pela Coreia do Norte. Assim, a Coreia do Sul [onde o THAAD está colocado] já fica envolvida no conflito. Se surgir a ameaça de confrontação entre os EUA e a China, Pequim vai atacar o território da Coreia do Sul”, disse o especialista. O mecanismo de conversações entre as seis partes foi completamente interrompido, agora resta apenas o sistema de consultas e a pressão da aliança dos EUA, Japão e da Coreia do Sul. Tudo isso força a Coreia do Norte a realizar mais acções preventivas, consideradas  pelo Ocidente como provocatórias. 
O diálogo entre os EUA e a Coreia do Norte a breve prazo é muito pouco provável, mas deve motivar conctactos diplomáticos fundamentais. 
A instalação do sistema de defesa THAAD em território sul-coreano abala a estabilidade estratégica da Ásia do Nordeste, afundando até ao ponto mais baixo as relações entre a China e a Coreia do Sul.

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