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sexta, 26 dezembro 2014 01:05

De cada parte vindo por um chapéu

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Às vezes uma viagem mais simples feita para ter com amigos resulta num encontro com novas pessoas e fenômenos interessantes. Tal foi minha visita recente à cidade de Quirov que resultou num encontro inesperado com viajantes extraordinários. Por esta mesma razão pedi-lhes escrever um artigo para a “Vida Internacional” dedicado a uma expedição ao redor do mundo, único do gênero, ... em busca de chapéus.

Os autores, organizadores e os participantes diretos do projeto são os administradores do grupo da companhia “Metelitsa”, Valeri Smoliuc e Oleg Uvarov, da cidade de Viatskie Poliany. А companhia especializa-se em particular em peças destinadas a combir a cabeça, e por isso a expedição teve por fim travar conhecimento exatamente com as tradições destas peças dos povos de vários países do mundo. Mais do que isso, um resultado importante da expedição foi a decisão de criar um museu de peças para cobrir a cabeça em Viatskie Poliany. Este projeto foi apoiado pela Câmara do Comércio e da Indústria regional de Viatka, o Departamento da Cultura da Região de Quirov e administração municipal de Viatskie Poliany.  

Pois bem, que tenham a palavra Valeri Smoliuc, Oleg Uvarov e Alberto Khliupin.

Apresentaremos seu relato.

 

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Cadapovotemseuchapéu

 

Em novembro de 2014 no Museu Etnográfico Regional da cidade Quirov que se encontra na região de Viatka inaugurou-se um  exposição extraordinária sob o título “Peças para Cobrir a Cabeça dos Povos do Mundo” na qual  foram expostas mais de 100 peças nacionais e contemporâneas de desígnios individuais, colecionadas pelos participantes da expedição ao redor do mundo «Hat Master»  (“Mestre de Chapéus”) durante sua viagem grandiosa em torno da nossa Planeta.

Durante 120 dias os viajantes estiveram em 23 países, percorrendo de automóveis uma distância maior de  38000 quilómetros visitando oficinas privadas e lojas pequenas que se ocupam da fabricação e venda de chapéus mais variados, feitos, com a maior frequência, no estilo tradicional do país da sua origem e com a preservação das tradições nacionais. дней путешественники побывали в 23 странах мира, преодолев на автомобилях свыше  километров.

A reconstrução de trajes nacionais é um ramo muito popula que que atrae um número cada vez maior de entusiastas que procuram preservar ou, pelo menos, ressuscitar as tradições dos antepassados.

Os primeiros visitantes da exposição encontraram lá as cópias exatas das peças para cobrir a cabeça da Rússia antiga: faixas, coroas, boruchcas, kokóchniks, chamchurs, um malakhai da Sibéria, e também um kalfác e um  calaipuch da Tartária, um malgai e um chovgor da Buriátia, os chapéus dobradiços antigos – “chapéus de ópera”, coroas da Letónia, casquetes da Polónia, chapéus de caçadores do Tirol, boinas da Suiça, chapéus feitos na famosa fábrica  Borsalino (Itália), uma quipa dos judeus, um fez maçónico, chapéus cónicos vietnameses feitos de bambú, sombreiros mexicanos, chapéus de abas largas de Austrália, uma fota da Índia, um barrete francês, uma monteira espanhola, um gorro alto de pele (papákha) do Cáucaso, um klobúk da Eslováquia e muitas outras peças dos povos do mundo destinadas a cobrir a cabeça. Uma variedade enorme  das peças colecionadas pela expedição realmente faz pazmar a imaginação!

Uma admiração especial dos visitantes foi causada pela peça para cobrir a cabeça dos índios norte-americanos da tribu cherokee destinada a combate, as peças extraordinárias criadas pelo famoso figurinista islandês, “Lady Gaga”, a peça que usava um noivo do Tibete, uma coisa com adornos ricos de coral encarnado, de conchas cauri, de lazurita e de turquesa...

Cabre notar que uma peça destinada a cobrir a cabeça é, antes de tudo, uma traduição vinda dos tempos remotos, cada detalhe da qual tem uma importância exclusiva para saber a história dos povos que habitam a nossa Planeta enorme.

 

Desde uma ideia para uma ação

 

A ideia de fazer uma viagem ao redor do mundo para colecionar peça destinadas a cobrir a cabeça veio a Valeri Smoliuc e Oleg Uvarov, dois empresários da cidade provincial Viatsquie Poliany situada no sul da região de Quirov no fim de 2012, como eles mesmos dizem por brincadeira, exatamente na data simbôlica de   12.12.2012.

Claro que não foi por acaso que surgiu esta ideia, por que os dois colegas têm ocudado da produção e venfa de roupa de peles durante muitos anos iniciando seu negócio exatamente com as peças destinadas a cobrir a cabeça. Dai vem a paixão pela história deste atributo importante do vestuário com psrticularidades individuais que variam com cada povo.

Sendo que a criação da coleção é apenas uma parte do projeto. Na realidade Valeri e Oleg decidiram criar um “Museu de peças destinadas a cobrir a cabeça do povos do mundo”, primeiro na Rússia.

Os organizadores da expediçao ao redor do mundo tiveram apresentado seu projeto  à Câmara do Comércio e da Indústria (CCI) regional de Viatka na qual decidiram apoia-ló baseando-se na compreenção do facto da sua essência ser não apenas a formação de uma coleção de peças para cobrir a cabeça, mas sim, uma possibilidade real de pôr em prática o princípio da “diplomacia popular”.

Levando en conta uma situação  no mundo nada fácil, as sanções adotadas contra a Rússia por parte dos países do Ocidente, esta expedição na opinião do Presidente da CCI regional de Viatka, Nicolai Lipátnicov, foi muito atual e oportuna. A CCI regional de Viatka apoiou o projeto no plano da informação organizando, em particular, os erncontros de negócios dos participantes da expedição nas representações da CCI da Federação da Rússia no estrangeiro e nas CCI russas regionais. 

Os mêses que passaram depois foram aproveitados para a preparação para uma viagem longa e complicada pelos países e continentes quando os dois amigos gozaram de apoi por parte dos colegas e correligionários. No inicio de 2014 a etapa básica da preparação foi realizada. Mais do ue isso, foi adquirido um carro novo, “Toyota Hilux” que se tornou a “casa” principal dos viajantes para inteiros quatro mêses. O sentido principal foi o de atravessar a máxima distância possível andando do automóvel com placas de licença russas, abundantemente enfeitado com os logotipos das companhias que foram os patrocinadores e parceiros do projeto.

 

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E na etapas do ininerário entre os continentes, quando a «Toyota» de expedição estava atravessando as vastidões oceánicos dentro dum contentor marítimo, os participantes da viagem prosseguiram-nó de avião e chegando ao ponto de destinação alugaram outros carros “em loco” para não interromper seu movimento.   

Além da companhia de Valeri e Oleg que ostenta o nome  Sociedade Anônima Limitada “Grupo Comercial “Metelitsa” entre os parceiros do projeto figuravam: a Câmara do Comércio e da Indústria regional de Viatka, o Departamento da Cultura da região de Quirov, a administração da cidade Viatskie Poliany, a companhia “México”, «Molot Arms Ltd.», a revista de negócios “Mercúri”, a agência de turismo “Vokrúg Sveta”, o jornal “Komsomólskaia Pravda. Quirov”, o jornal “Viatsko-Poliánskaia Pravda”. 

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Uma via longa ao redor do mudo

 

Partindo de Quirov em 4 de abril de 2014 a expedição dirugiu-se primeiramente para a Finlândia continuando a viagem pelos países da Europa. Em seguida atravessando o Oceano Atlántico os viajantes puseram-se a caminho na América do Norte, visitando depois a Austrália, a Singapura, o Vietnã, a China e voltaram à Rússia através de Vladivistók percorrendo em geral uma distância de mais de 40 mil quilômetros.

Os viajantes tiveram encontros numerosos com empresários, dirigentes de museus e com pessoas simples o que lhes tornou possível realizar na prática o princípio da “diplomacia popular”. No decorrer desta viagem longa eles foram recebidos de uma maneira muito amigável, aberta- e admiravelmente. A expedição “Hat Master” de uma certa medida fez com que se transformem os estereótipos da Rússia existentes na mente dos estrangeiros.

Foram necessários 120 dias para os viajantes vencerem as distâncias enormes. Dirigindo se para o oeste eles visitaram no início 16 países da Europa. Dalí, da Alemanha, o carro expedicional foi enviado para o porto de Nova Iorque por via marítima, encuanto os viajantes travaram conhecimento com a naturesa e com as tradições dos habitantes da Islándia, atravessaram o Oceano Atlántico e fizeram uma viagem grande pelos muitos estados dos EUA, admirando-se das Cataratas do Niágara na fronteira com o Canadá e das rampas de lançamento no cabo Canáveral.  

Durante a expedição seus participantes visitaram a Câmara do Comércio e da Indústria da Rússia nos EUA. O representante honorífico da CCI da FR nos EUA, Miguel Kolesnitchenco, ajudava os visitantes durante sua estadia na América do Norte. Como ele disse, “o desenvolvimento das relações de negócios e de cultura diretas entre representantes das regiçoes do nosso país com seus colegas norte-americanos contribue para uma melhor compreenção mútua e resultam, em fim, na aproximaação dos povos da Rússia e da América do Norte”...

Tendo levantado seu carro almejado os buscadores de peças destinadas a cobrir a cabeça atravessaram a América do Norte seguindo pela famosa “Estrada 66” e chegaram para a costa do Oceano Pacífico, visitando no decurso do caminho o Estado do Novo México, o Grand Canyon e  o “Vale da Morte” onde o calor incinerante atingiu o marco de cerca de 60 graus Centígrados. 

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E deixando  atrás o resplandecer de Las Vegas e a grandiosidade de Los Angeles a expedição dirigiu-se para as montanhas para ver o parque nacional «Sequóia” e a cidade costeira de Santa Barbara que se tornou famosa graças à telenovela com o mesmo título.

Em seguida passaram pelo México.

 

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Em seguida o caminho da expedição atravessou o Oceano Pacífico com uma paragem de tránsito numa das ilhas do arquipélago de Havai, Oahu, onde conseguiu obter uma das peças para cobrir a cabeça mais extraordinárias,  que um habitante local aborígene fez de um simples ramo de palmeira durante cinco minutos.

A destinação seguinte da expedição foi a Austrália onde os viajantes fizeram uma volta de automóvel durante uma semana   passando vários milhares de quilômetros no interior virgem dos Estados da Vitória  e da Nova Gales do Sul.

Сom a carga de chapéus de aba larga de Austrália os colecionadores deslocaram-se à Maláisia e mais tarde fizeram uma breve paragem num dos mais modernos super-megapolis da Ásia, na Singapura, onde conseguiram encontrar  numerosas peças para cobrir a cabeça fora de comuns que pertenceram às culturas e às êpocas diferentes. Sendo que a Singapura é um país-cidade multinacional, os habitantes do qual professam muitas religiões do mundo pertencendo a etnias e nações mais variadas. 

Partindo da Singapura por via áerea a expedição veio ao Vietnã e fez um turné de automóvel pelo sudoeste do país, tendo travado conhecimento com a vida dos vietnamitas e naturalmente acrescentou à sua coleção chapéus leves, tradicionais do Vietnã, que ali tem o nome de “non la”.

Prosseguindo com a viagem pela China a expedição durante um par de dias esteve no megapolis enorme de Hongue Congue antes de ir de Cantão (Guangzhou) para Beijm cobrindo uma distância grande de trem super-rápido. Na China a coleção de peças para cobrir a cabeça aumentou consideravelmente por conta de cópias contemporâneas dos chapéus extraordinários dos imperadores, dos príncipes e das princesas  chineses.

Em seguida a expedição voltou ao território da Rússia, a Vladivostok, onde no porto de Nakhodka já estava esperando um contentor com o carro vindo de Los Angeles.

A etapa seguinte do itinerário foi a maior, segundo o tempo e a distância, - Tiveram por fazer uma viagem enorme, de quase de 10 mil quilómetros, visitar numerosas cidades da Rússia, em muitas das quais foram planejadas de antemão entrevistas coletivas e encontros com os mestres que faziam peças nacionais destinadas a cobrir a cabeça.  A viagem do porto Nakhodka para casa, para a região de Quirov, durou 17 dias inteiros.  

E finalmente, a 6 de agosto, a tripulação da expedição ao redor do mundo “ Hat Master” veio às ruas de Quirov onde encontrou uma recepção solene tanto por parte de cidadinos simples, como de representantes da administração, dos patrocinadores e dos parceiros do projeto. Os 120 dias da expedição ficaram atrás junto com numerosas aventuras relacionadas com a busca de peças extraordinárias destinadas a cobrir a cabeça.

Durante a viagem foi feita a coleção de 130 peças para cobrir a cabeça, nacionais e contemporâneos de fabrico individual, as quias foram obrigados a enviar para a Rússia de vários países através do correio. Durante três mêses seguintes estas encomendas postais continuavam chegando à cidade de Viatskie Poliany onde estava o centro coordenador da expedição no qual durante 24 horas foi feita a supervisão do avanço dos viajantes, corrigido o ininerário, marcados encontros novos em várias cidades do mundo.

 

Мestres e ofiicinas:

como são criadas peças nacionais para cobrir a cabeça e quem fаz isso

 

Durante a viagem pelo território da Rússia os participantes da expedição visitaram várias oficinas nas quais são feitas as peças tradicionais da Rússia destinadas a cobrir a cabeça, - kokochniks, faixas para as moças e outros atributos do traje nacional russo.

Assim na região de Vólogda atraiu a atenção dos viajantes a casa da criatividade tradicional do povo de distrito que se encontrava no povoado de Niuksetítsa, onde foi adquirida uma boruchka, peça tradicional destinada a cobrir a cabeça de uma mulher casada. Em cima desta peça foi vestido um xaile, um lenço – “pano largo inglês” (de cor encarnada, com flores).  Uma cópia historicamente fidedigna é de autoria da mestre popular emérita, Tatiana Protássova.

Em São Petersburgo a expedição visitou Sófia Vladíquina, a fundadora da oficina “Slavútnitsa” que produz a roupa nacional russa exclusiva. Coloboradora da Hermitagem Estatal, formada na Faculdade da Culturologia da Academia das Artes de São Petrersburgo, Sófia  entusiasmou-se com a criação de cópias de trajes nacionais russos. Foi adquirido dela um kokochnic magnífico bordado com pérolas naturais e com bijuteria. Este é uma das peças mais belas da coleção do museu.

Em Tallinn conseguiram adquirir as peças nacionais destibadas a cobrir a cabeça de mulher que têm o nome de “touca”, abundantemente enfeitadas com bordado feito a mão. Na Estónia existem oficinas numerosas que se ocupam de fabricação de trajes nacionais, pois alí é dada uma grande atenção à preservação da cultura nacional.

Na capital da Letónia, Riga, os viajantes tiveram uma excursão fascinante para o Centro Nacional de Traje “Celeiro Antigo”, os trabalhadores do qual fazem cópias precisas dos trajes nacionais, tanto os mais antigos que  usaram os antepassados dos letões contemporâneos nos séculos 11-12, como as dos trajes nacionais dos representantes de etnias diferentes que viviam na Letónia no século XIX e no início do XX. Cada detalhe é copiada com uma grande precisão: por exemplo, para fazer um traje usado no século XII os mestres têm que trabalhar meticulosamente durante mais de um ano.

Na cidade polonesa de Cracóvia um mestre de chapéus hereditário Chapek Khorazi disse que começara as atividade na sua oficina no início dos anos 90 trabalhando como um empresário individual e continuando com as tradições que tinham existido na sua família pelo menos desde o início do século XX. Os viajantes trouxeram desta cidade duas peças feitas pelo próprio Chapek.

Uma pequena cidade de Novy Yitchín na Chéquia é conhecida como a cidade de chapeleiros porque ali encontra-se a “Tonak”, uma empresa grande que produz peças destinadas a cobrir a cabeça. Eis a razão por que lá foi criado o museu de peças para cobrir a cabeça que se encontra no castelo antigo no centro desta cidade relativamente pequena. Os participantes da expedição aproveitaram-se da oportunidade de visitar o museu conhecendo sua coleção rica.

 

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Visitando Viena e Zalzburgo os viajantes juntaram à coleção do museu uns chapéus austríacos clássicos, que são uma detalhe importante do traje nacional. Feitos de feltro verde escuro, estes chapéus frequentemente são enfeitados com pregadeiras metálicas e penas, especialmente quando se trata do chapéu de um caçador aplino. Ao chapelinho austríaco mais simples, mas também delicada os habitantes do país dão o nome afetado de “Sissi”, em homenagem da bela imperatriz Elizabet que nos seus anos de mocidade foi chamada “princesa Si Si”.

Em Bratislava, na Eslováquia, conseguiram encontrar sem dificuldades as peças destinadas a cobrir a cabeça de homem (kovpak) e de mulher (touco).

Na Baviera, na cidade de Regensburgo os participantes da expedição encontraram-se com Roberto, um dos proprietários companhia “Hutkoenig am Dom GmbH & Co.”que existe mais de cem anos. Na loja desta companhia familiar vêm presidentes, primeiro-ministros, membros de famílias reais, atores e atrizes famosos, diretores do cinema, músicos. A maioria esmagadora deles são muito exigentes, especialmente quando se trata da qualidade de roupa, e  o chapéu é o elemento mais importante do traje ao qual são apresentadas exigências especiais. Cumpre dizer que foi Robero e sua companhia que fizeram o chapéu fora de comum para o “Chapeleiro Louco” do filme “Alice no País das Maravilhas”!

Em Nuremberg, na Alemanha, os buscadores de peças destinadas a cobrir a cabeça visitaram o “Museu de Chapéus” criado graças ao zelo do chapeleiro hereditário, Horst Brumme, um representante da dinastia que contava com quatro gerações de mestres. Diretamente aos olhos dos visitantes o mestre demonstro todas as etapas do processo nada fácil de fabricaçaõ de um chapéu da Baviera auténtico e depois disso propôs que os participantes da expedição repetissem todo o ciclo de produção por si mesmos,  sendo que no museu estava a aparelhagem em função e não apenas os artigos fabricados.  

No Piemonte italiano, na cidade pequena de Alessándria os viajantes visitaram o Museu de Chapéus da marca comercial mundialmente famoso sob o nome de “Borsalino”, travaram conhecimento com uma riquíssima coleção de peças destinadas a cobrir a cabeça e nas lojas de antiguidades encontraram vários chapéus de mulher de fabrico do “Borsalino”.  

A criadora de modelos islandesa, “Lady Gaga” deu uma recepção cordial aos viajantes da Rússia e ofereceu ao futuro Múseu de Chapéus em Viatskie Poliany  um presente, uma peça para cobrir a cabeça, grande e a мais extraordinária, uma das que são feitas somente para ocasiões especiais. A peça ostenta o nome de “Crazy Gaga” (“Gaga Louca”) e representa em si as madeixas longas feitas de lã de várias cores, as quais, se junta-lás na cabeça formam uma coisa original.

 

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Alí mesmo, emReiquiavique, encontra-se a Associação Islandesa de Preservação do Artesanato do Povo na oficina da qual os participantes da expedição adquiriram copias de chapéus nacionais islandeses para serem exibidos no futuro museu.

Nos Estados Unidos da América a expedição juntou uma coleção riquíssia de peças destinadas a cobrir a cabeça, mais variadas, que pertenceram às êpocas diferentes.  Como se soube, naquele país existiram lojas de antiguidades inumeráveis nas quais tendo bastante tenacidade se poderia encontrar araticamente qualquer peça destinada a cobrir a cabeça – desde um sombreiro mexicano e uma quipa judáica até capacetes militares da Segunda Guerra Mundial, tezes maçónicos. Um interesse especial representam chapéus de “cowboys” norte-qamericanos clássicos dos tempos do “Oeste Selvagem” que estão expostos em abundância tanto nas lojas de antiguidades, como nas lojas comuns na forma de cópias contemporâneas.

 

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Em cada país conseguiram encontrar chapéus nacionais tradicionais, embora às vezes os participantes da expedição literalmente tivessem que rebuscar oficinas muito pequeninas ou mestres individuais que recuperavam as tradições que deixavam de existir. Para este fim no centro de coordenação na Rússia tinha sido feito um trabalho grande de pesquisa.  Foi graças a esta preparação antecipada séria, bem como graçãs à assistência da equipe dos correligionários Valeri e Oleg tiveram a possibilidade de juntar a coleção tão representativa destinada para o museu a ser criado na cidade de Viatskie Poliany.

 

Terminada a expedição – que será mais adiante?

 

A primeira exposição que  se abriu em novembro de 2014 no museu etnográfico local foi uma espécie de relatório da expedição ao redor do mundo, uma ação que visava atrair a atençao dos habitantes da cidade e da região, bem como dos colecionadores ao tema de criação do novo museu.

О trabalho principal a ser feito nos tempos mais próximos consiste na criação do museu único na cidade pequena russa de Viatskie Poliany. Aos autores do projeto perguntaram mais de uma vez porque planejam criar o museu exatamete alí e não, por exemplo, no centro regional, na própria cidade de Quirov? Mas eles ficam na sua julgando sua cidade nativa ser digna para que o museu encontre-se exatamente lá: a parte principal da coleção vai narrar não tanto da expedição ao redor do mundo, mas, antes de tudo, da divercidade das tradições culturais dos povos que habitam o território da Rússia.

Foi a colheita do material local, chapéus dos povos do nosso país, para que ainda antes da partida da expedição “Hat Master” tiveram sido organizadas algumas expedições locais, sendo que a cidade de Viatskie Poliany foi situada no extremo sul da região de Quirov, e este terriotório foi historicamente povoda com vários povos: udmurtos, maris, tártaros, bachquires, chuvacos e muitos outros.

Graças a uma grande variedade dos idiomas e das culturas é exatamente ali, do ponto de vista dos autores do projeto,  vale a pena criar não apenas o Museu de Chapéus, mas realizar um projeto mais grandioso e ambicioso – o Centro de Cultura Étnica.

Atualmente os empresários-entusiastas com suas próprias forças conseguiram não apenas juntar a coleção de chapéus única do gênero durante a expedição ao redor do mundo,   – eles já adquiriram um edifício histórico no centro da cidade Viatskie Poliany no qual estarçao as peças do museu privado novo. Seria difícil sobreestimar a significação social de um projeto destes, pois no momento atual na região de Quirov praticamente não existem museus privados, e as instuições de museu municipais têm problemas grandes, e daí resulta a questão do futuro da esfera de museus na região em geral.

À nova coleção de museu são constantemente acrescentados peças novas, inclusive oferecidas de presente..

Os autores do projeto vão receber com prazer qualquer ajuda na criação do museu único, a atividade do qual não será limitada com apenas a preservação e apresentação das peças. Foi elaborado um programa amplo de ações com vista à manutenção e popularização das tradiçoes do povo: aulas de mestria, medidadas culturais públicas, medidas de educaçaõ a serem realizadas à base do museu.

 

Estimadosleitores! Se têm a possibilidade de apoiar esta iniciativa única na Rússia, e se na sua coleção doméstica tem peças fora de comuns destinadas a cobrir a cabeça que representam a cultura dos povos da Rússia e de outros países, façam o favor de contatar os criadores do “Museu de Peças Destinadas a Cobrir a Cabeça dos Povos do Mundo”:

Smoliuk Valeri Ivanovitch: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Uvarov Oleg Nikolaevitch: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Coordenador do projeto:

 

Khliupin Albert Iurievitch: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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