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segunda, 15 julho 2013 15:19

EUA – China: novos vultos da política no domínio de energia

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Earnest Monitz, o novo Ministro da Energética dos EUA não fez uma impressão especial para a Comissão do Senado que deveria aprovar sua nomeação para o cargo. A pergunta de um senador republicano se o novo ministro estaria disposto a explorar a plataforma marítima petrolífera com vista de acabar com a dependência da Rússia ficou sem resposta. Monitz também esquivou-se da pergunta relacionada com a exploração das enormes jazidas de gás na Alasca.

Surgiu impressão que apesar dos êxitos que permitiram aos EUA durante um curto prazo aproximar-se de independência energêtica e criar as premissas para exportação de seus próprios recursos energéticos, o ministro não tinha um ponderado programa de desenvolvimento da energética nacional. 

Um traço marcante da discussão em torno da nomeação do novo dirigente da energética tornou-se seu patente carater geo-político. Nesta circumstância o jornal “The New York Times” afirmou: “Se o Senado está disposto a aprovar a nomeação de Earnest Monitz como um novo Ministro da Energética, o Senado deve aproveitar-se de sua nova posição para analizar a situação no domínio de energia não só nos EUA mas também na China.”

Earnest Monitz, Professor catedrâtico de física da Universidade Tecnolôgico do Est. de Massachussets já ocupava o cargo do ministro energética adjunto durante a presidência de Bill Klinton. Ele é bem conhecido como partidário de fontes puras de energia, antes de mais nada, a nuclear e de gás. Mas ao mesmo tempo ele manifesta-se a favor de extração de gás xistoso o que causa inquietação dos ecologistas norte-americanos. Os defensores do meio amniente apresentam seu argumento de peso afirmando que semelhates atitudes de Monitz contribuiriam para uma prolongada recessão no desenvolvimento das alternativas fontes de energia recuperavéis.

Defendendo seu protegido políico democratas propõe que os ecologistas se unam em torno do programa de exploração de gás xistoso na China os recursos do qual excedem os dos  Estados Unidos quase em 50%.

No relatório “o Futuro da Energia de Carvão” apreserntado na primavera do ano passado Moritz e seus co-autores pronuciaram-se categoricamente a favor de um rigoroso controle sobre as consequências de consumo de carvão no mundo. Agora Moritz  é aconselhado a intervir na situação energética na China visando proteger a ecologia global. “A China, com a segunda das maiores economias no mundo, aproveitando-se de seus enormes recursos de gás xistoso pode evitar um enorme aumento de poluição com gás de estufa resultante de incineração de carvão.”

Com efeito, a China com um crescimento considerável da parte de consumo de energia por conta de carvão aumenta a poluição com gás de estufa em 8-10% anualmente. Em 2020 a poluição com gás de estufa na China excederá a nos EUA em quatro vezes. Assim Moritz tem uma dupla missão a cumprir:  promover as tecnologias de extração de gás xistoso norte-americanas e assegurar seu carater ecolôgico inofensivo. È claro que tudo isso terá que se dar graças às mesmas tecnologias norte-americnas. Em outras palavras, a induústria norte-americana deve dar um exemplo de que uma produção inofensiva possa trazer lucro.

Uma ativa expanção dos EUA no mercado energético chinês também tem uma profunda causa política. Sendo que Hillary Klinton, antiga Secretária do Estado dos EUA tinha realçaso a necessidade de fazer com que a Rússia abandonasse a Europa com seus gêneros energéticos, um aumento súbito de extração de gás na China à base das tecnologias americanas visaria levar a cabo uma semelhante missão em relação ao fornecimento de gás e de petrôleo russo para o mercado chinês. 

Porém a realização destes planos enfrenta numerosos problemas. É pouco provavél que a China aceite um ativo papel dos EUA na exploração de seus recursos energéticos, - o “alerto estratégico” de Beijin em relação a Washington continua sendo demasiadamente alto. Nos próprios EUA sempre existiria uma forte oposição aos planos deste gênero porque qualquer alívio da situação com os recursos energéticos, tanto mais uma redução do seu preço pode fazer com que a segumda economia do mundo torne-se a primeira. 

No plano ecolôgico as tecnologias baseadas na explosão hídrica de camadas causam poluição de águas subterrâneas por poços de gás. As semelhantes tecnologias são inaceitáveis na China que sofre uma grave carência de àgua, especialmente nas regiões setentrionais do país. Além diss0 a extração de gás xistoso resultaria num grande desprendimento de metano o qual é potencialmente mais perigoso no plano de elevação de temperatura global do que todos os outros fatores existentes.

Por esta rasão a Alemanha recusou-se da extração de gás xistoso. A “ExxonMobil” considerou de pouco rendimento e recusou-se de explorar os poços de gás na Polônia que dispõe das maiores reservas de gás xistoso na Europa. Foi calculado que com a introdução da “Torrente do Norte” e da “Torrente do Sul” o gás que vem da Rússia em todo o caso será mais barato e seguro do que a vantagem econômica que resulte de exploração das jazidas de gás xistoso na Europa.

Todavia a  Rússia deve analizar a sério as opções no que diz respeito às vias de exploração e distribuição global dos recursos energéticos. A indeterminação tecnolôgica pode durar pouco tempo.

É presiso ter em vista um impressionante programa de implemento das tecnologias ecolôgicas puras “verdes” apoiadas pelo Estado que tem sido posto em prática na China nos últimos anos. As semelhantes tecnologias que existem na Rússia a nível de projetos hoje poderiam tornar-se não só um meio de proteção do médio ambiente nos vastos territórios da Rússia, mas transformar-se num argumento importante na promoção dos interesses econômicos nos paises em desenvolvimento inclusive a Chiha.

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