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segunda, 23 dezembro 2013 21:07

Ucrânia – China: “terceira alternativa”?

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Agora seria difícil dizer quando um estalido fraco  ressonou na Europa dando o início ao “processo belovejsqui” que praticamente nos nossos olhos está dominando a União Européia, lenta- mas naturalmente. Aliás fendas bem vistas tinham surgirdo ainda antes da crise finaceira que com evidência polarizou os interesses da “periferia” e do “centro”; dos membros do clube, novos e antigos.

 

"Na Inglaterra tudo é possível, na Inglaterra não se pode fazer nada”, - disse-me uma dama da Rússia que entende em assuntos britânicios. E mais um aforismo: “A Inglaterra é dividida em duas partes – as pessoas muito ricas e os que servem a elas”. Por esta razão russos ricos e muito ricos têm a Grã Bretanhã como uma Tera da Promissão graças não apenas a sua fama do centro financeiro do mundo.

A propôsito, o primeiro aforismo significa de modo algum que ricos podem ter bula para rudo e pobres – para nada. A Inglaterra ainda não desceu à crápula mais vil.  Trata-se antes de que um regulamento extravagante, numerosas regras as mais variadas certificações tendem regularizar até as mais simples situações de vida atribuindo a tudo uma cor puramente britânica. 

Numa polémica com o Chefe do Comité para as Relações Exteriores do Parlamento da Federação da Rússia, Alexei Puchkôv, feita através do Tweeter o Embaixador dos EUA em Moscou, Michael McFawl fez uma observação: "Ele (o Presidente Obama) está disposto a defender as normas do direito internacional que proibem o emprego do armamento químico". É claro que esta posição está em sintonia com as últimas declarações do Secretário do Estado dos EUA, John Kerry que salientava mais de uma vez que os crimes semelhantes contra a humanidade não podem ficar impunes.  

quinta, 29 agosto 2013 00:00

Мulticulturalismo: guerra ou paz?

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Náo foi a Europa onde nasceu a ideia de multiculturismo.É de supor que na Canadá, Austrália e nos EUA este modelo tem sido implementado com sucesso já durante umas dêcadas; Claro que mesmo alí nem tudo está correndo bem, se tomar em conta, por exemplo, um crescente desequilíbrio demogrâfico a favor  da população norte-americana da expressão hispânica. Porém estes países parecem hoje um refúgio tranquilo em comparação com as veementes paixões europeias. 

Earnest Monitz, o novo Ministro da Energética dos EUA não fez uma impressão especial para a Comissão do Senado que deveria aprovar sua nomeação para o cargo. A pergunta de um senador republicano se o novo ministro estaria disposto a explorar a plataforma marítima petrolífera com vista de acabar com a dependência da Rússia ficou sem resposta. Monitz também esquivou-se da pergunta relacionada com a exploração das enormes jazidas de gás na Alasca.

quarta, 10 julho 2013 14:41

Défice de “potentado”

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”Actualmente o maior indicador de poder não passa pela capacidade de iniciar uma guerra, mas pela capacidade de as prevenir”. Esta é a voz do séc. XX, flagelado por confl itos e guerras sangrentas, e pertence à escritora norte-americana Ann O’Hare McCormick, que sobreviveu a duas Guerras Mundiais e faleceu em 1954. Porém, rapidamente o poder passou a ser medido não só pela incrível capacidade de aniquilação mútua, mas também pela quantidade de guerras regionais que o país conseguia enfrentar em diferentes pontos do mundo ao mesmo tempo. Máximas desta natureza passavam de doutrina militar em doutrina militar. Este critério manteve-se depois do final da guerra-fria e até aos dias de hoje.